Quem vai construir a casa
"Esse escritório entende o jeito que a minha família vive?"
Onde o site responde: a essência do estúdio, que fala de rotina, luz e matéria antes de falar de projeto.
Estudo de caso · Arquitetura
A Véria é um escritório fictício que eu criei para estudar a criação de sites de arquitetura: quem visita, o que essa pessoa precisa sentir e em que ordem o site deve contar a história.


Por que este estudo
Um escritório de arquitetura não vende um serviço técnico. Vende uma visão de como alguém vai viver. Eu queria entender como um site transmite isso antes da primeira reunião.
Por isso criei a Véria do zero: nome, identidade, textos e estrutura. Tudo o que eu testei aqui uso nos projetos de clientes reais de arquitetura.
Quem entra no site
Três perfis de visitante de um escritório de arquitetura autoral. Cada um chega com uma pergunta diferente.
"Esse escritório entende o jeito que a minha família vive?"
Onde o site responde: a essência do estúdio, que fala de rotina, luz e matéria antes de falar de projeto.
"Eles fazem só arquitetura ou também interiores?"
Onde o site responde: as especialidades, com arquitetura e design de interiores explicados lado a lado.
"Como funciona trabalhar com eles, do começo ao fim?"
Onde o site responde: o processo em quatro etapas e os dois diretores, um técnico e um criativo.
A lógica da página
Primeiro a visão, depois as pessoas, os projetos e o processo. O contato só aparece quando o visitante já confia.
"Qual é o estilo deles?"
Topo com uma promessa: "Projetos que transcendem. Experiências que permanecem.", sobre uma residência iluminada à noite.
"Como eles pensam?"
A essência: escuta, proporção, luz e materialidade ligadas à rotina de quem vai morar.
"Quem vai cuidar do meu projeto?"
O estúdio: duas visões complementares, uma direção técnica e uma direção criativa.
"O que eles já fizeram?"
O portfólio: cada projeto apresentado por forma, matéria e atmosfera.
"Eles fazem o que eu preciso?"
As especialidades: arquitetura autoral e design de interiores.
"Como funciona?"
O processo: escuta e descoberta, conceito e direção, desenvolvimento e materialização.
"Quero conversar."
O contato: "Vamos criar juntos algo atemporal?", com um formulário que já pergunta a cidade e o tipo de projeto.
As decisões de design
Títulos em serifa com itálico, como numa revista de arquitetura. Passa sofisticação sem precisar dizer "alto padrão".
Uma residência à noite, com luz quente, ocupa o topo. O visitante sente a atmosfera antes de ler qualquer coisa.
Fundo escuro, texto claro e detalhes em dourado. Uma paleta contida, que deixa os projetos em primeiro plano.
Os dois diretores aparecem com retrato e frase própria. Arquitetura é uma relação longa, e o cliente quer saber com quem vai conviver.
O formulário pergunta cidade e tipo de projeto: arquitetura, interiores ou a confirmar. O escritório recebe pedidos mais qualificados.
O próprio site avisa que é um projeto conceitual, com marca e imagens fictícias. Estudo é estudo, e fica claro para quem visita.

No celular
A tipografia, a imagem em tela cheia e os botões foram ajustados para o celular, pensando em quem descobre o escritório pelo Instagram e clica no link.
O que eu levo deste estudo
Seu escritório
Me chama no WhatsApp. Em 20 minutos eu te mostro o que faria no seu, e quem responde sou eu.
Vamos conversar?